Engolo-te em seco,
com medo,
sofrendo e avistando
a dor já presente.
Acredito com tremor,
onde até tremem as pernas.
Vejo-te,
não te vejo apenas sinto-te,
obceno,
obscuro e ainda obtuso.
Quando então essa vida cessar,
talvez ficarei em paz
e deixa-vos-ei:
para aqueles que desejam
a distância minha.
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